Caso de zika é confirmado nos EUA; vítima viajou para América Latina

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CDC confirmou 22 casos da doença entre viajantes que voltaram desde 2007.
Não há indicação de mosquitos espalhando vírus na área continental dos EUA.
Brasil enfrenta tríplice epidemia do zika vírus, dengue e febre chikungunya. Em comum entre as doenças, o vetor de transmissão, o mosquito Aedes aegypti. (Foto: James Gathany/CDC)

Mosquito Aedes aegypti transmite zika vírus, dengue e chikungunya (Foto: James Gathany/CDC)

Uma pessoa da região de Houston, nos Estados Unidos, que recentemente voltou de uma viagem que fez para a América Latina, teve confirmada a infecção pelo zika vírus, disseram autoridades do Condado Harris, no Texas.
O Centro de Controle de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) informou nesta terça-feira (12) que confirmou 22 casos da doença entre viajantes norte-americanos que retornam ao país desde que foi reportada pela primeira vez em 2007, e ainda está recebendo amostras para teste de viajantes que adoeceram recentemente.
Não há indicação de que mosquitos na área continental dos Estados Unidos estejam espalhando o zika. Mas em dezembro o território norte-americano de Porto Rico confirmou o primeiro caso contraído localmente zika vírusem uma pessoa que não viajou para fora da ilha.
Surtos de zika vírus aconteceram na África, no sudeste da Ásia e nas ilhas do Pacífico, e também foram relatados em alguns países das Américas, disse o CDC. O vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, que também transmite a dengue e a febre chikungunya e é comum no Texas, na Flórida e em outras regiões dos EUA.
O zika é geralmente uma doença amena cujos sintomas são febre, coceira e dores nas juntas. Não há vacina preventiva, segundo o CDC.

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